// Nossa história
O DOJO.app nasceu no tatame — não numa reunião de produto.
Toda ferramenta honesta conta a história de um problema que alguém viveu de perto. A do DOJO.app começa com um pai, uma filha e uma academia de jiu-jitsu.
A percepção
Uma filha no tatame, uma lacuna à vista
Quando a Joana começou no jiu-jitsu na Nova Arte, o pai dela — Edu — encontrou uma academia com uma metodologia de ensino incrível: professores que conheciam cada criança pelo nome, um método próprio de formar aluno por aluno, faixa por faixa, grau por grau.
O que ele não encontrou foi uma ferramenta à altura desse método. Os sistemas que existiam tratavam a academia de jiu-jitsu como se fosse uma academia de musculação — ou pior, um negócio qualquer. Eram, na grande maioria, softwares de gestão financeira: mensalidade, inadimplência, catraca. Adaptados de outro segmento, nenhum nascido do jiu-jitsu.
Nenhum entendia o que de fato move um dojô: a graduação no padrão IBJJF, o tempo de faixa, a evolução de cada aluno, a relação de confiança com os pais. A parte mais importante da academia — o tatame e o método — era justamente a que não tinha nenhum mecanismo digital feito para ela.
A decisão
Então a gente construiu.
Edu levou essa percepção para a RRooster — a agência de tecnologia e marketing por trás do produto. Unindo o conhecimento técnico da RRooster ao olhar de quem enxergava a lacuna de dentro do tatame, o DOJO.app deixou de ser uma frustração para virar ferramenta.
Não mais uma planilha. Não um ERP corporativo adaptado às artes marciais. Um sistema construído de dentro para fora — sobre a estrutura real da graduação infantil, os critérios de idade e tempo, a rotina do professor e a confiança que as famílias depositam na academia.
“O DOJO.app devolve ao professor de jiu-jitsu a autoridade que a desorganização estava roubando — e mostra, a pais e alunos, o mestre que ele já é no tatame.”
O que faz o DOJO.app ser do jiu-jitsu
Nativo do jiu-jitsu, não adaptado a ele
As faixas da IBJJF — as 14 infantis e as adultas —, os graus, as idades e os tempos mínimos não são campos que você preenche e pode errar: são regra fixa dentro do produto. Sobre essa base, cada academia define os próprios critérios de graduação — do jeito que ensina — e, se quiser, ainda cria seus graus coloridos, uma camada extra e confidencial. O método é da academia, nunca nosso.
Foi exatamente assim que uma academia como a Nova Arte pôde levar para o digital o mesmo método que ensina no tatame — sem expô-lo a ninguém.
Motor de graduação IBJJF nativo
Faixa, grau, idade e tempo — do praticante de 4 anos ao adulto — com checagem real de quem está apto.
Seu método, do seu jeito
Critérios de graduação configuráveis por faixa e, como extra, os graus coloridos. A metodologia é da sua academia, protegida e só sua.
Histórico de graduação datado
Cada promoção com data. Para os pais, é acompanhamento; para o aluno adulto, é o registro que a IBJJF exige para se inscrever e competir.
Portal para pais e alunos
A evolução visível — o que vira confiança e permanência.
Presença e evasão
Quem está firme, quem está sumindo, quem merece graduar.
A régua oficial
A tabela de faixas que o DOJO.app adota
Extraída da IBJJF e embutida no produto como regra fixa — do praticante de 4 anos ao adulto. O sistema conhece cada faixa, cada grau e a idade mínima de cada uma.
Infantil
Adulto
Cada faixa tem 0 a 4 graus. Para o adulto, é aqui que mora um valor decisivo: o histórico de graduação datado — o registro que a IBJJF exige na inscrição e na competição.
O DOJO.app cruza idade + tempo mínimo de faixa e sinaliza quem está apto — mas a decisão de graduar é sempre do professor. Cada promoção fica registrada com data: no infantil, para os pais acompanharem; no adulto, para valer na federação.
No que a gente acredita
Cinco coisas que o DOJO.app não abre mão
Respeito ao método
Seguimos as regras reais do jiu-jitsu — faixas, graus, idade e tempo mínimo IBJJF. O sistema não inventa graduação nem simplifica o que não deve ser simplificado.
Simplicidade de tatame
Feito para usar no celular entre uma aula e outra. Sem manual, sem treinamento, sem telas desnecessárias — porque o tempo do professor é curto e precioso.
O aluno no centro
Cada aluno tem uma história dentro da academia. O DOJO.app torna essa história visível — conquistas, evolução e presença, acessíveis também a pais e alunos.
Confiança e discrição
Dados de menores protegidos com rigor. A metodologia pedagógica de cada academia é patrimônio dela — o DOJO.app nunca se apropria disso.
Permanência
Ajudar a academia a identificar quem está sumindo e a celebrar cada conquista do aluno não é recurso secundário — é o coração do que o DOJO.app faz.
Para onde a gente rema
Missão e visão
Organizar a academia de jiu-jitsu num único aplicativo simples — alunos, faixas, graus, presença e comunicação com os pais — para que nenhum professor perca aluno por desorganização e a evolução de cada criança seja visível para quem mais importa.
Ser o sistema-padrão das academias de jiu-jitsu infantil no Brasil — o caderninho do professor que virou aplicativo, falando sempre a língua do tatame e nunca a de um sistema corporativo.
Quem cuida do fora do tatame
O parceiro silencioso
O DOJO.app tem a personalidade de um faixa-preta experiente que nunca precisou gritar para ser respeitado: calmo, firme e discreto. Cuida de tudo fora do tatame para o professor ser livre dentro dele — e some quando não é preciso. Não impressiona com recursos; impressiona com presença.
É um produto da RRooster, desenvolvido com a mesma obsessão de fazer bem o básico todos os dias, sem aparecer — porque confiança, no tatame e na tecnologia, se constrói assim.
Sua academia merece uma ferramenta que entende o tatame.
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